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Transmissão ao vivo no YouTube: partidas da quadra para a audiência
A mesma câmera do replay pode enviar a partida ao vivo para o canal do estabelecimento — sem montar uma ilha de TV a cada jogo.
O que está disponível hoje
No modelo atual (MVP), a live vai para o canal YouTube do estabelecimento. O gestor autoriza a conta uma vez; depois inicia a transmissão por quadra e câmera. O vídeo sai do servidor local direto para o YouTube via RTMP.
- Canal vinculado ao estabelecimento (Place)
- Live associada a uma quadra e a uma câmera
- Envio local → YouTube por RTMP (H.264 + áudio)
- Várias lives na arena ao mesmo tempo
- Limite de uma live ativa por quadra
Fluxo na prática
Passo 1
Configuração (uma vez)
O responsável autoriza o YouTube do estabelecimento. O token fica associado ao local.
Passo 2
Início da live
Na gestão, escolhe-se quadra/câmera. O backend cria broadcast e stream no YouTube e o servidor local inicia o RTMP.
Passo 3
Durante a partida
A câmera captura; o encoder envia; a audiência assiste pelo link. O arquivo pode permanecer no canal, conforme o YouTube.
Passo 4
Encerramento
A transmissão é concluída no YouTube e o envio local para.

Para que serve
Visibilidade — torneios, finais e aulas abertas ganham público além de quem está no local.
Marketing — lives regulares posicionam a arena como ativo digital, não só espaço físico.
Arquivo — a live pode virar VOD no canal para quem perdeu o horário.
Requisitos e cuidados
Live exige upload estável. Diferente do buffer de replay, a audiência remota sente qualquer instabilidade na hora.
- Canal YouTube com permissão para lives
- Integração habilitada no Eu na Play
- Câmera e servidor local ok na quadra
- Upload suficiente para o bitrate
- Política interna: quem inicia/para a live